
Quando o transplante cardíaco passa a ser uma opção?
O diagnóstico de insuficiência cardíaca costuma ser impactante para o paciente, não apenas pelos sintomas e limitações que podem acompanhar a doença, mas também pelo peso simbólico que esse diagnóstico carrega. Para muitos, ele é recebido como um rótulo irreversível, trazendo a impressão de que não existe a possibilidade de retorno ao “normal”. Trata-se, certamente, de um diagnóstico marcado por dúvidas, mudanças e decisões importantes. Aos poucos, surgem perguntas difíceis, e uma delas costuma pesar mais do que as outras: - “Será que vou precisar de um transplante de coração?”











